13 de maio de 2006

Azedoce

Se o amor não for incompreensível, sutil, intocável, divino, inefável, imaculado, imarcescível, indefinível, soberbo, verdadeiro, majestoso, incontrolável, fino, leve, irreparável, imutável, erudito, infinito, clássico, atemporal, transcendental ao mesmo tempo em que for constrangedor, real, palpável, patético, óbvio, paciente diante de todas as fraquezas e defeitos, perseverante, rústico, fixo, constante, humilde, presente, popular, acessível, fácil, conveniente, legal, sensível, juntinho, divertido, sem esforço e passível de banalização, ele não deve valer muito a pena.
Eis minha (in)compreensão de Deus, de mim mesmo, do mundo e em relação às mulheres.

3 comentários:

t.diógenes disse...

mininu!
saudads.............................

LEDIANE disse...

oi moço!
Muito confuso esse texto, mas bem
elaborado,palavras fortes... inteligente emocionalmente!
Na verdade eu acho que o amor é simples e genuíno e quando a gente ama simplismente ama!
ABRAÇOS COM SAUDADES!!

toujours disse...

Oi Andre,
saudades de nos (grupo dos blogueiros), o jazz e muito papo.

Vil Homem Simples


"E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai."(João 1,v. 14)
Sempre existiu algo intangível na Palavra. Mas isso já foi quebrado.